NovaFaceTreze anos atrás, a AMAR denunciava a ganância de grupos transnacionais da indústria fonográfica, em sua estratégia de querer para si o Máximo de titularidades. Queriam ser donos do maior volume possível de repertórios; e com isso planejavam o domínio da gestão digital, ou seja, a utilização da música via Internet, para monopolizarem a exploração econômica de todas as etapas do processo autoral musical.

Agora, a exploração do trabalho criativo pelo capital dos “distribuidores de conteúdo” mostra um outro lado da moeda. Virtualmente.


Nº 138 | 20/06/17 | Pág. 4